Natural de Salvador, Ruy Espinheira Filho é jornalista, professor, ficcionista e poeta, aproxima-se agora dos 80 anos bem vividos naquele campo que Fausto Cunha chamou certa vez de “luta literária”, o que é mais facilmente compreendido pelos nordestinos que vivem no Nordeste. Seu primeiro livro individual, “Heléboro”, que é mais um folheto de 54 páginas, com prefácio do poeta Antonio Brasileiro, apareceu em 1974, em Feira de Santana. O lançamento abriu caminho para que o autor chegasse à Editora Civilização Brasileira, onde publicou um livro de crônicas em 1975 e mais três obras. Daí por diante uma história com dezenas de livros publicados, em verso e em prosa, inclusive em algumas das editoras como, Nova Fronteira, Record (do grupo Record, três editoras: a própria Record, a José Olympio e a Bertrand Brasil. Na Bahia, publicou sobretudo pela Caramurê. No Paraná teve três livros editados pela Maralto. Recebeu prêmios nacionais como o Prêmio Nacional de Poesia Cruz e Sousa (1981), o Prêmio Rio de Literatura, categoria romance (1985), o Prêmio Ribeiro Couto (1988), o Prêmio de Poesia da Academia Brasileira de Letras (2006) e o Jabuti, 2º lugar, também em 2006.
03/11 – Quinta-feira
MUSEU EUGÊNIO TEIXEIRA LEAL – 16h
Com a palavra o escritor
Florisvaldo Mattos e Ruy Espinheira Filho – dois poetas, infinitas estações
Ruy Espinheira Filho (BA)
Ricardo Vieira Lima (RJ)
Mediação: José Inácio Vieira de Melo (BA)